Em conversa informal, com uma jovem e inefável pedagoga, sobre a importância do titulo de eleitor enquanto documento, chegamos à conclusão que já fora muito mais inútil do que é hoje, afinal, poder-se-ia votar sem ele, ou seja, até para aquilo que ele foi criado, era dispensável! Contudo sua nova característica só miniza sua pouca importância, sim, porque antes, com qualquer documento, a pessoa votava sem a necessidade de mostrá-lo; hoje, só participa da FESTA DA DEMOCRACIA com o TÍTULO; os otimistas dirão: ora viva, agora deram-lhe o valor merecido!? Mas, porém, contudo, todavia, entretanto para que o título seja validado é necessário um outro documento com foto!? O interessante é que ninguém pede o título quando se vai fazer uma compra ou qualquer outra ação, seja ela qual for. Esse sujeito chamado TÍTULO DE ELEITOR só é lembrado nas eleições e nada mais. O fato é que a alteração deu-lhe o status de pessoa de menor idade, isto é, para que possa entrar em certos lugares, participar de determinados eventos, só sob TUTELA! Sarcástico, porém, é o discurso tanto da justiça eleitoral, quanto dos candidatos que se dizem diferentes dos outros, os picaretas, a grande maioria, usando da falácia para dizer que com a arma do voto, muda-se qualquer coisa: sua cidade, seu estado...vejam que pérola o discurso da propaganda oficial: "você pode escolher seu destino, o destino que quer conhecer"!? O voto pode tudo isso? É o discurso falacioso se mostrando descaradamente!
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Acho que eleição, qualquer que seja, sob o modelo que vigora por essas plagas, não passa de uma FARSA bem ensaiada, o que faz com que os INCAUTOS acreditem que DEMOCRACIA existe, é possível e o voto é uma confirmação disso, ainda que olhem para o parlamento e vejam as mesmas figurinhas carimbadas e seus discursos indefectíveis! Lá estão: a família Sarney e apadrinhados, a família Magalhães e apadrinhados, a família Calheiros e apadrinhados, além de outras de menor envergadura. Não resta dúvida que o congresso nacional não passa de um grande FEUDO, espaço declarado de troca de favores com o dinheiro público. É claro que a palavra chave das sessões é, ainda que não dita abertamente, EUFEMISMO! Nunca na História desse país algo esteve tão claro: ser político é um grande negócio, seja qual for o cargo! Há uma expressão latina que se encaixa como uma luva na atividade dos políticos brasileiros de todos os matizes: Otium cum dignitate! Sem contar que a tal da arma do povo, que chamam de voto, é proporcional na escolha de deputados e afins, isso quer dizer que é possível que um candidato, cheio de boas intenções, consiga uma quantidade expressiva de votos e, assim mesmo, não seja eleito; quem há de esquecer que o "grande" Severino Cavalcante, além de deputado, foi presidente da câmara, apesar de ser um político inexpressivo em todos os sentidos?
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Caso curioso em disputas eleitorais são as famigeradas COLIGAÇÕES! Em alguns momentos, para não dizer todos, são de uma INDECÊNCIA ATROZ, esse ATROZ é redundante, admito! Causa asco como são justificadas essas excrescências pelos candidatos e seus correligionários. "Ninguém governa sozinho", dizem uns, "é necessário ter maioria para ter seus projetos aprovados", repetem outros, em tradução livre isso quer dizer: vale tudo para se eleger! Parece, à primeira vista, que todos os partidos são iguais, não há IDEOLOGIAS diferentes! Quando me recordo que um dos grandes representantes do PMDB, Jarbas Vasconcelos, afirmou CATEGORICAMENTE que aquele era um partido de corruptos e vejo as coligações em todos os níveis feita com esse partido, sinto-me um tolo por, em algum momento da minha vida, ter acreditado que poderia ser diferente, hoje, percebo muito claramente que o que importa mesmo é ganhar a ELEIÇÃO, e, com isso, permitir que alguns pobres miseráveis consigam comprar um carro novo ou usado, o importante é que o povo está vivendo melhor! Não sei nos outros estados, mas aqui na Bahia os respingos da coligação nacional provocam uma..., não consigo encontrar o substantivo que melhor defina tamanha indecência. Existem dois candidatos a governador que são apoiados pelo presidente. Um fala mal do outro; o que foi ministro afirma que fez mais pelo o estado do que o governador que é "lento" nas decisões e não aproveitou o desenvolvimento que o governo federal proporcionou!? Aqui não foi o partido que realizou, foi o indivíduo! A candidata a presidenta, aqui são os partidos, apóia os dois e "levanta-lhes" os braços rumo à VITÓRIA?! De quem? Do partido? Qual deles? O do presidente e da candidata ou o do ex-ministro? Os partidários e simpatizantes dessa idiossincrasia dirão: "nada disso importa, o que importa, mesmo, é que nunca na história desse país o povo teve acesso a tanto em tão pouco tempo" Isso prova que o capitalismo é, mesmo sobrevivendo às custas da exploração do trabalhador, o nosso horizonte final, não é?...
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Acho que eleição, qualquer que seja, sob o modelo que vigora por essas plagas, não passa de uma FARSA bem ensaiada, o que faz com que os INCAUTOS acreditem que DEMOCRACIA existe, é possível e o voto é uma confirmação disso, ainda que olhem para o parlamento e vejam as mesmas figurinhas carimbadas e seus discursos indefectíveis! Lá estão: a família Sarney e apadrinhados, a família Magalhães e apadrinhados, a família Calheiros e apadrinhados, além de outras de menor envergadura. Não resta dúvida que o congresso nacional não passa de um grande FEUDO, espaço declarado de troca de favores com o dinheiro público. É claro que a palavra chave das sessões é, ainda que não dita abertamente, EUFEMISMO! Nunca na História desse país algo esteve tão claro: ser político é um grande negócio, seja qual for o cargo! Há uma expressão latina que se encaixa como uma luva na atividade dos políticos brasileiros de todos os matizes: Otium cum dignitate! Sem contar que a tal da arma do povo, que chamam de voto, é proporcional na escolha de deputados e afins, isso quer dizer que é possível que um candidato, cheio de boas intenções, consiga uma quantidade expressiva de votos e, assim mesmo, não seja eleito; quem há de esquecer que o "grande" Severino Cavalcante, além de deputado, foi presidente da câmara, apesar de ser um político inexpressivo em todos os sentidos?
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Caso curioso em disputas eleitorais são as famigeradas COLIGAÇÕES! Em alguns momentos, para não dizer todos, são de uma INDECÊNCIA ATROZ, esse ATROZ é redundante, admito! Causa asco como são justificadas essas excrescências pelos candidatos e seus correligionários. "Ninguém governa sozinho", dizem uns, "é necessário ter maioria para ter seus projetos aprovados", repetem outros, em tradução livre isso quer dizer: vale tudo para se eleger! Parece, à primeira vista, que todos os partidos são iguais, não há IDEOLOGIAS diferentes! Quando me recordo que um dos grandes representantes do PMDB, Jarbas Vasconcelos, afirmou CATEGORICAMENTE que aquele era um partido de corruptos e vejo as coligações em todos os níveis feita com esse partido, sinto-me um tolo por, em algum momento da minha vida, ter acreditado que poderia ser diferente, hoje, percebo muito claramente que o que importa mesmo é ganhar a ELEIÇÃO, e, com isso, permitir que alguns pobres miseráveis consigam comprar um carro novo ou usado, o importante é que o povo está vivendo melhor! Não sei nos outros estados, mas aqui na Bahia os respingos da coligação nacional provocam uma..., não consigo encontrar o substantivo que melhor defina tamanha indecência. Existem dois candidatos a governador que são apoiados pelo presidente. Um fala mal do outro; o que foi ministro afirma que fez mais pelo o estado do que o governador que é "lento" nas decisões e não aproveitou o desenvolvimento que o governo federal proporcionou!? Aqui não foi o partido que realizou, foi o indivíduo! A candidata a presidenta, aqui são os partidos, apóia os dois e "levanta-lhes" os braços rumo à VITÓRIA?! De quem? Do partido? Qual deles? O do presidente e da candidata ou o do ex-ministro? Os partidários e simpatizantes dessa idiossincrasia dirão: "nada disso importa, o que importa, mesmo, é que nunca na história desse país o povo teve acesso a tanto em tão pouco tempo" Isso prova que o capitalismo é, mesmo sobrevivendo às custas da exploração do trabalhador, o nosso horizonte final, não é?...
