quarta-feira, 4 de maio de 2011

Eike Batista e os abaixo da linha de pobreza...

Meus caros amigos, vocês não imaginam o tamanho da minha felicidade ao ler, num desses portais que gravitam pela web, que Eike Fuhrken Batista, brasileiro, 8º homem mais rico do mundo, em entrevista na conferência anual do Milken Institute's, centro de estudos sediado na Califórnia, nos EUA, anunciou que muito em breve será o number one! Infelizmente, para ele, a realidade hoje não é essa, no ranking da Forbes quem está no topo da pirâmide é o mexicano Carlos Slim Helú , mas não por muito tempo, deve ser superado muito em breve. "Preciso competir com o sr. Slim. "Não sei se vou ultrapassá-lo pela direita ou pela esquerda, mas vou passá-lo", afirmou o nosso brazuca quase alemão! Saibam que emoção igual só foi sentida por mim quando Obama se tornou presidente da maior nação da terra, afinal de contas, era o primeiro preto a conseguir tal façanha! Em relação à vitória de Eike, isso fez/faz muito bem a minha auto-estima! Dar para imaginar o que é ter um irmão, a vitória de Eike é a nossa vitória, que é dono da oitava fortuna do mundo? Isso deve ser motivo de orgulho e satisfação para todos nós! Com seu trabalho esse grande brasileiro dignifica esse país e, ao mesmo tempo, alça-nos à condição de vencedores ao mostrar para o mundo um povo capaz de superar reveses e ter um dos homens mais ricos  em suas fileiras!
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Perdoem-me pelo escárnio, mas não pude resistir à tentação logo após a leitura dos dados disponibilizados pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística - referentes à quantia necessária para que uma pessoa seja declarada abaixo da linha de pobreza: R$ 70,00 mensais! Como a matemática consegue um número tão exato para separar aqueles que sobrevivem(?) dos que são considerados classe média?! Neste caso, estima-se que uma pessoa cuja renda é de R$ 71,00 por mês está fora do perfil daqueles que passam a vida à míngua? Se R$ 70,00 mensais representam o valor que os declassificados percebem, usando da mesma lógica, os que ganham qualquer cifra acima disso, estão de fato abaixo de Eike Batista, mas não podem ser considerados miseráveis, são parceiros!? O certo(?) é que o mais miserável desse país não ganha nem R$100,00 mensais, enquanto na outra ponta existe uma fortuna estimada em torno de  US$ 30 bilhões! No anúncio do IBGE consta que 8,5% da população, cerca de 16,2 milhões de pessoas(?), são extremamente pobres, e desses, 4,8 milhões não tem nenhuma renda, enquanto 11,4 milhões tem rendimento per capita de R$ 1 a R$ 70 mês. É preciso repetir, 4,8 milhões de brasileiros não tem RENDA ALGUMA! Que paradoxo, não? Todos esses números me trouxeram à memória as recentes "revoluções" ocorridas no mundo árabe auxiliadas pelo Facebook e outras redes! Fiquei me perguntando quando os famintos daqui terão TAMBÉM o apoio dessas redes sociais e irão reivindicar de forma menos cordeira seu naco de carne independentemente desses programas de assistência social que apenas colocam band-aids nas chagas abertas? O oximoro mostra que aquela velha e decadente banda de rock "n" roll tinha razão: "miséria é miséria em qualquer canto, riquezas são diferentes." A MISÉRIA é de todos, mas as riquezas são singulares...

sábado, 30 de abril de 2011

Sobressaltos e medo...

Não é preciso ser muito observador para perceber que a vida nas grandes cidades (como também nas pequenas e médias) não tem sido nada fácil. É pura barbárie e o mais estranho é que estamos (quase) nos acostumando com ela! Nada nos surpreende mais! A filha mata os pais por causa de grana; os pais matam a filha jogando-a do alto do edifício, sem nenhuma explicação ou remorso; a mãe atira o bebê na lata do lixo ou no riacho, o lugar tanto faz, assim como as justificativas! A gente pedindo vingança fingindo pedir justiça, tem que ser olho por olho, dente por dente! E a violência vai se aninhando em nossos braços, tornando-se nossa companheira em todos os segundos do dia, as veias estão abertas e não são apenas as da América Latina. Será que no meio dessa sordidez ainda há lugar para a poesia?
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Naquele santo dia, como se fosse uma premonição, uma pachorra me perseguia, não vou dizer que era grande, mas era significativa! Há momentos que deixar a tranquilidade de casa e encarar os "ruídos" da rua não é nada animador, porém em certas ocasiões, nem adianta se recusar, com certeza, vão lhe convencer que a melhor coisa a ser feita é estar no meio do burburinho! A propósito, é preciso que se diga, para que não haja "represálias", que a companhia era por demais interessante, ainda que o namoro com a fleuma não me permitisse querer qualquer outra coisa que não fosse ficar estendido na rede, no entanto, fui "facilmente" convencido (parece um oximoro, não é?) e lá fomos nós como dois enamorados iluminados pelo manto da noite azul!
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No meio do caminho não tinha uma pedra, perdoe-me Drummond por colocá-lo neste imbróglio. Havia uma necessidade prosaica: retirar dinheiro no caixa eletrônico para despesas comezinhas. Não sei se em todo lugar é chamada assim, por aqui é conhecida como "saidinha bancária" aquele tipo de assalto em que um dos meliantes fica dentro da agência e "marca" quem deve ser "abordado". Como o celular é um grande aliado dos patifes seu uso está proibido no interior das agências, mas os velhacos têm usado de outros meios e/ou subterfúgios! Se nas agências é difícil monitorar, imagina retirar dinheiro em lugares de intenso movimento como rodoviárias e afins? Na realidade, foi o que fizemos, sacamos um dinheirinho provavelmente sendo observados por mil olhos, e partimos  brincando tranquilos e despreocupados.
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Não sei dizer se fomos seguidos, o que não podemos esquecer é que ladrão tem a arte de belzebu! Estávamos próximos do prédio, faltavam apenas uma passarela, muito movimentada por sinal, e um pequeno trecho até a portaria do condomínio, a princípio, nada que causasse medo. Tudo parecia tão calmo que até pensei em me despedir ali mesmo, já que teria que fazer todo o trajeto de volta sozinho e (para que negar?) o medo me assaltava! Fui convencido, de novo, muito "facilmente", a deixá-la em casa. Sempre dissera à menina dos olhos de avelã que, seja qual for o lugar em que estivesse circulando, não esquecesse jamais de esquadrinhar todo o entorno, ou seja, fazer um mapeamento do lugar onde estava, analisando o grau de periculosidade visando antecipar qualquer armadilha, o perigo mora ao lado!
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Faltando alguns metros da portaria o quadro inteiro mudou! Havia uma ladeira com uma curva que impedia perceber quem vinha do lado de cima, aquilo que eu chamo de ponto cego! Lugares onde é possível alguém se esconder sem ser notado surpreendendo o incauto. Um calafrio percorreu minha espinha porque além de tudo a lâmpada do poste era daquela que emite luz amarela, ou seja, ilumina uns pontos e deixa outros sem luz! Mais que de repente vejo sorrateiramente uma motocicleta parar com dois sujeitos, um fica com o rosto coberto pela viseira do capacete, o outro desce e vem em nossa direção. Neste ínterim, meus olhos chocam-se com os do ordinário, fazendo-o antecipar a ação antes do que planejara, ou seja, havia ainda muito espaço entre nós e os vagabundos! "Nós só queremos o aparelho", foi a frase proferida! Numa fração de segundos, pude vê-lo levantar parte da camisa segurando o revólver! Não pensei duas vezes, peguei o braço da menina dos olhos brilhantes e sai em desabalada correria, sem imaginar o quão perigosa era aquela ação, reagia por mero instinto, não pensara em nada naquela hora. Sei muito bem que poderíamos ter sido alvejados pelas costas, mas nada garante que isso não aconteceria se nós entregássemos apenas os celulares! 
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Os dias posteriores foram de muitos sobressaltos e medo. As imagens viam e voltavam com uma intensidade avassaladora. Uma receio imenso de trafegar pela cidade; se todos já eram suspeitos, depois do ocorrido isso se tornou uma obsessão. Vivemos acuados e desesperançados! A angústia me acompanhou infinitos dias, parte das vezes, por saber que minha reação poderia ter tirado o brilho dos olhos cor de avelã da menina maluquinha, apenas, por causa de dois celulares! Se somos todos contra todos, neste caso, será que no meio dessa sordidez ainda há lugar para a poesia? O poeta Russo, sempre vivo, responde de forma singela mostrando as luzes de A Via Láctea: 
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor...
Mas não me diga isso...
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?...

sábado, 19 de março de 2011

O "palestrante"...

No sentido de demonstrar que o sucesso e o fracasso são uma responsabilidade individual, o "sistema de sociometabolismo do capital", para usar uma expressão de Mészáros, busca ingênuos(?) que possam referendar sua lógica. Dizem, os defensores dessa ignomínia, que sob essa forma de sociabilidade, o sol nasce para todos e aqueles que não conseguem o aquecimento necessário é porque não fizeram esforço suficiente para superar as adversidades. Isso quer dizer que, na melhor das hipóteses, cada um tem aquilo que merece e, neste caso, as questões meritocráticas funcionam como um avatar. Não se pode dizer que o sofrimento seja exclusividade de alguns poucos, sabe-se que até aqueles que nasceram em berço de ouro, como dizia minha avozinha, também têm sua história de dor! O óbvio é que os bem-nascidos resolvem com muito mais tranquilidade e menos agonia os seus problemas econômico-financeiros! Essas coisas me acossaram tão logo recebi um convite especial para ser palestrante numa comunidade carente! Era meu passado me condenando, minha história pessoal se impondo como exemplo: preto, pobre, filho de pais separados, egresso da periferia e, ainda assim, consegui estudar, entrar na universidade e construir uma carreira acadêmica! Meu interlocutor entendeu que era um bom exemplo para servir de espelho a pessoas com histórias parecidas, aliás, é preciso que se diga, histórias nada incomuns por essas bandas do nordeste e alhures! Estava escrito: se eu conseguira superar o que o destino traçara para mim encontrando aquilo que o sistema chama de sucesso, por que não transmitir essa experiência bem-sucedida?! No meu exemplo estava estampado com todas as letras que "quem acredita sempre alcança!" Essa expressão só reforça o "cada um tem aquilo que merece." Se nas condições mais desfavoráveis fora possível, a qualquer um seria e em relação à fórmula eu a possuía! 
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O que não está explicitado nas experiências bem-sucedidas é que muitos, inúmeros passam pelas mesmas dificuldades apresentadas, batalham, estudam sob as piores condições, contudo não conseguem ser o que o sistema precisa para mostrar que sob sua lógica tudo é possível, basta acreditar. Coisa de Poliana! O certo (ou errado?) é que os "derrotados" não aparecem, já que servem apenas para macular a esperança! Não está dito também o quão ideológico é o discurso por trás da boa intenção, aliás, o inferno está cheio de pessoas bem intencionadas. Não titubiei um só instante em dizer não ao convite. E não pensem que foi por medo dos concorrentes! Não me permiti enganar aquelas pessoas dizendo que se fizessem o que fiz a história se repetiria, mascarando a realidade, insinuando, nas entrelinhas, que é o esforço pessoal de cada um que faz o que somos. Os que não vêem o mundo com as expectativas de Poliana sabem que boa vontade e perseverança não significam que o sucesso mais cedo ou mais tarde virá. Minha história se confunde e se mistura com tantas outras que não tiveram a mesma "sorte"! Para o sistema é muito interessante ter esses ESPELHOS para mostrar o quão vigorosa é essa forma de sociabilidade e que basta seguir o que dizem essas LUZES que isso vai se refletir na vida daqueles que acreditam, os exemplos da foto acima confirmam essa regra... 

segunda-feira, 7 de março de 2011

Palavrão à beça...

Quando eu era pequeno, antigamente se dizia assim, o palavrão era tratado quase como uma instituição. Naquela época ainda não havia o tal do ECA, o estatuto da criança e do adolescente, que, por ironia, não deixa se ser um palavrão, eca é o mesmo que merda, para proteger os impúberes! Aquele que cometesse a tolice de dizer um palavrão corria o risco de receber uns tabefes pelas fuças! Os mais velhos tinham que ser respeitados, entre esses, os pais da gente, é claro! Hoje o respeito aos idosos, verdadeiros tiranos, se tornou uma imposição regada a inúmeros constrangimentos, mas isso não vem ao caso agora, vejamos como o palavrão perdeu/ganhou status nestes tempos onde tudo pode! Ou seja, antes uma palavra totalmente censurada, dita em momentos de muita cólera e sob muita solenidade e tensão, hoje, um tanto quanto banalizado, diria, sem medo de errar, que o palavrão vem sendo achincalhado a torto e a direito! Havia todo um protocolo para mandar alguém à porra, não era assim de qualquer jeito e a qualquer hora! Havia o momento preciso, você inflava o peito e berrava a plenos pulmões já se preparando para a briga! Chamar alguém de seu sacana, ainda que não soubéssemos literalmente o que aquilo queria dizer, dava uma confusão danada! E chamar alguém de viado? E corno? Tá rebocado, piripicado? Seu filho da puta? E vá se lenhar, então!? Lembro-me de um colega que me dissera qual o significado da marca FORD, o escroto me explicou direitinho enfatizando como o D soava na palavra, no fim das contas o resultado era mais ou menos Fodê. Feliz com a descoberta desse trocadilho infame, quase que imediatamente fui explicar essa pérola ao meu irmão caçula, para quê? Como todo caçula é tirânico esse não era diferente. Quando estávamos todos reunidos em volta da mesa ele abriu a boca para dizer a minha mãe a mais nova palavra que eu lhe ensinara! Por sorte, naquele preciso dia, a velha não estava muito atenta e não prestou atenção no que dizia o pestinha, porque se isso acontecesse, era porrada na certa!
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O palavrão anda tão em baixa que em partidas de futebol, transmitidas em rede nacional pela TV, parece que estamos nas arquibancadas. O certo é que com a inserção dos microfones de captação ambiente temos um campeonato à parte, pela quantidade de palavrões proferida durante o jogo fica muito difícil saber quem vai ser o campeão: a torcida, os jogadores ou os técnicos? Vanderlei Luxemburgo, um sério candidato ao título, passa o jogo inteiro gritando: caralho, caralho, filho da puta, caralho, porra! Lembro de uma vez que ele reclamou dos microfones, com o argumento de que as netinhas dele ficavam ouvindo  tudo aquilo! Eu adoro quando ele leva as netinhas para a coletiva, parece algo tão surreal quanto ele de paletó e gravata como se estivesse na Europa com a temperatura beirando os 15 graus positivos! Mais engraçado ainda são os comentaristas tentando amenizar a situação, dizendo coisas do tipo: "esse Vanderlei já gosta de um baralho", agem como se as crianças, que ingênuos, não soubessem do que se trata! Mas não é só o Luxa que pronuncia essas obscenidades! E a torcida? "Ei, seu juiz, vá tomar no...!" O pobre do palavrão está tão desmoralizado que uma sobrinha sem nenhum pudor mandou o tio tomar lá no olho, bem, deixa para lá, não preciso dizer que se fosse no meu tempo, minha nossa senhora, a madeira ia gemer, mas hoje com o ECA, se bater em criança os pais são logo intimados pelo conselho tutelar! Agora, falando sério, por que vamos censurar a sobrinha, uma criança pequena, se Eliana, a apresentadora do SBT, que neste carnaval comandou um bloco infantil no circuito Barra-Ondina, em Salvador, mandou todo mundo tomar no? Não acredita? olha ela aqui soltando a voz! Contudo quem realmente desmoralizou completamente esse sacrossanto palavrão foi Cris Nicolotti, ouça-a bem aqui, já que o "cantarolou" juntamente com Bob Dilan, em rede nacional, no programa de um dos gordos da globo, aliás, o gordo do domingo agora é magro! Para falar a verdade, essa "popularização" do palavrão trouxe algo extremamente interessante, acabou de vez com a hipocrisia que o cercava, afinal, todo mundo manda/va alguém tomar em algum lugar, só que "escondidinho", no entanto, esses "audaciosos" quebraram de vez as amarras da censura e soltaram os palavrões, que agora livres gritaram: vão tomar na pleura seus filhos da puta...  

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pesadelo...

Ontem sonhei que José Sarney, o imorrível, se tornara pela 4ª vez o presidente do senado do Brasil, tendo a maioria absoluta de 71 votos contra apenas 8 e umas poucas e renegadas abstenções!?
Ontem sonhei que estava todo mundo preocupado com os desabrigados do Rio de Janeiro enquanto há  inúmeros desabrigados aqui e ali, bem à frente dos nossos olhos, mas distantes dos olhos da MÍDIA!?
Ontem sonhei que estava recebendo um bocado de e-mails solidários com o povo egípcio e nenhum em relação ao Brasil onde todos os que continuam nos altos postos de comando são os mesmos do período da ditadura, haja vista que José Sarney, aquele mesmo, era o presidente da Arena, partido da situação à época dos militares, verdade, o Egito era aqui, mas Sarney não era uma múmia!?
Ontem sonhei que em um certo estado do nordeste(O Maranhão) foi deposto o governador eleito (Jackson Lago), sem  explicações plausíveis, e, por estranha ironia, ao invés de tomar posso o vice quem assumiu foi a candidata derrotada (Roseana Sarney)!?
Ontem sonhei que há na TV um programa, com uma sigla meio estranha, BBB, que tem um tal de paredão que, uns tolos, alguns miseráveis, ao ligarem para eliminar alguém, com a ligação a trinta centavos, possibilitam um lucro à emissora produtora na casa dos milhões!?
Ontem sonhei que um deputado(?) baiano, ex-boxeador, desafiou um senador(?) paulista para "divertir" seus eleitores com uma luta de boxe, notava-se que o senador era quase centenário e que é no parlamento o lugar de fazer graça!?
Ontem sonhei que Romário, ex-jogador, hoje deputado(?), dormiu na recepção aos novos parlamentares, ele já começava marcando um gol dos sonhos!?
Pessoas, vocês não imaginam qual foi a minha alegria ao perceber que nada disso poderia acontecer! Ufa, ainda bem que TUDO não passava de um grande e absurdo PESADELO!...